Mapa classifica marcas de café paranaenses como impróprias para consumo

Segundo o Ministério da Agricultura, as “matérias estranhas” incluem grãos ou sementes de outras espécies vegetais, além de areia, pedras, torrões e outras sujeiras

Quatro marcas de café produzidas no Paraná foram incluídas em uma lista divulgada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) como impróprias para consumo, de acordo com a Portaria nº 570. A medida foi tomada após análises do Departamento de Inspeção do Ministério detectarem a presença de matérias estranhas e impurezas acima dos limites permitidos pela legislação vigente.

As marcas e lotes identificados são:

  • Lagobom – Lote 8;
  • Paranaense – Lote não informado;
  • Sansão – Lote não informado;
  • Castro – Lote 4.

Segundo o Ministério da Agricultura, as “matérias estranhas” incluem grãos ou sementes de outras espécies vegetais, além de areia, pedras, torrões e outras sujeiras. Já as “impurezas” são definidas como cascas, paus e outros detritos provenientes do próprio pé de café.

O portal G1 procurou as empresas responsáveis pelas marcas citadas na lista. Representantes da Lagobom e Paranaense informaram que os lotes identificados foram recolhidos imediatamente. No entanto, até o momento desta reportagem, não houve retorno por parte das empresas responsáveis pelas marcas Sansão. Quanto à empresa que produz o café Castro, não foi possível obter contato.

Recomendações para consumidores

Caso tenha adquirido algum produto dessas marcas, a orientação do Ministério da Agricultura é que se deixe de consumi-los imediatamente. Os consumidores têm o direito de solicitar a substituição do produto conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor.

Se algum desses produtos estiver sendo comercializado mesmo após a divulgação da lista, a recomendação é que isso seja comunicado por meio do canal oficial Fala.BR, para que as medidas cabíveis sejam tomadas pelas autoridades competentes.

Esta matéria será atualizada conforme novas informações forem disponibilizadas pelo Ministério da Agricultura e pelas empresas envolvidas.

Para mais detalhes, acompanhe as atualizações no site oficial do Ministério da Agricultura.